João 2: 1 a 12
No capítulo 1 de João, o escritor apresenta Jesus como “o verbo que se fez carne”, o verbo que antes da história existiu e que entrou no mundo dos homens para revelar o Deus único.
No capítulo 2, o escritor apresenta Jesus social, humano, mas sempre direcionando o homem à cruz.
Jesus vai a uma festa de casamento, muito provavelmente algum amigo da família ou coisa assim. Chegando lá, descobre que o vinho havia acabado. Jesus emite uma mensagem através de uma suposta “afronta” à sua mãe “-Que tenho eu contigo…”, ou seja, ele quis dizer “o que temos em comum?”. Maria sente o problema social, mas Jesus pensa no nível espiritual.
Aí esta a cruz que é representada pelo sangue que viriam de suas próprias mãos - o vinho - quem quiser responder ao convite de se assentar à mesa das bodas do cordeiro, poderá desfrutar o melhor vinho.
O vinho, numa festa de judeus, representava a alegria, a razão, ou seja, era a simbologia de que havia algo a se comemorar. O vinho acaba quando gastamos todas nossas energias para satisfazer a nós e a outros, então a fonte de nossa alegria se seca.
A vantagem dos noivos dessa festa é que eles haviam convidado Jesus. Jesus vai esperar ser convidado, nunca acontecerá nada se não o buscarmos (Mateus 7:7).
Quando seca nossa fonte, temos um lugar onde a esperança, o milagre e os recursos nunca secam. Só ele pode encher nosso vaso seco. Podemos buscar em outros lugares, mas o melhor vinho só Ele tem.

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