Use as pedras que jogam em ti, e construa um caminho de vitória

Por anos as pedras têm nos tirado do caminho, é tempo dessas pedras transformarem-se em caminho.Gênesis 45: 4 e 5

José, o maior sonhador de todos os tempos, um canal da representação simbólica do sonho de Deus (Filipenses 2: 10).

Ele reencontra seus irmãos outra vez, deparamos com o tema central do relato, todos os acontecimentos são conduzidos pela graciosa mão divina que pode fazer com que provenham boas coisas dos males que afligem os homens.

O nome José significa “Jeová acrescenta” e, sem medo de errar, podemos dizer que José é parte de mais de um paralelo da tipificação de Jesus no Antigo Testamento.

A auto-revelação pela qual José se dera a conhecer é um retrato da auto-revelação divina:

1. Sua pela condescendência movida por sublime amor o reduz a condição de unir-se aos indignos (Filip. 2: 7 e 8).

2. O método pessoal não mediante alguma instituição, mas tão somente isto: “eu sou José”, é o bastante para ver Jesus se apresentando ou se revelando aos discípulos em João 6: 20 “Não temais, Eu sou Jesus”. Veja como em ambos os casos, o que vemos refletidos é o poder, algo que suscita temor e consciência de reprovação em face ao pecado antes cometido e seguido e, também se revelam a paz que o perdão proporcionam.

3. Evidência é o resultado dessa cena que é reconciliação, proteção e participação irrestrita dos tesouros “imerecidamente” (ex. filho pródigo Lucas 15: 22 e 23). Todas essas evidências provam à relatividade da história de José, sonhador que foi traído, para ser colocado como autoridade para salvar pessoas que mereciam a morte. Liga-nos a história de Jesus, nosso salvador, autor e consumador da nossa fé.

Agora, fazendo esse paralelo entre José e Jesus, vemos a lição que este sonhador nos dá ao usar as pedras que atiraram nele para construir seu caminho de triunfo.

A visão que José tinha de seus traidores não era a visão normal, de uma pessoa traída. José viu seus irmãos como canais de Deus, usados por Ele para produzir as pedras que construíram seu caminho de vitória.

José não era apenas um homem de Deus, era a revelação do poder de Cristo de transformar a maldição em benção.
Sempre nossa atitude determinará nossa altitude.
Em Atos 7: 55 a 58, vemos Estevão que não encarava a perseguição e as pedras que atacaram nele como uma catástrofe, mesmo sendo apedrejado de forma cruel.
Jesus crucificado ora ao pai e pede para Deus perdoar seus traidores. Essas e outras atitudes provam que podemos usar calunias, traições, perseguições, mortes e perigos para construir nosso caminho de vitória. As pedras que nos machucam servem de apoio para a nossa caminhada.

José só se deu a conhecer depois que se certificou que o novo coração de seus irmãos estava possuído de arrependimento genuíno. É o tempo em que Deus espera de sua igreja um arrependimento genuíno pra revelar-se tal qual Ele é e, quando isso acontecer com todas as pedras que nos jogarem, nada nos tirara do caminho.
Por anos pessoas tem permitido que as pedras as tirem do caminho. É hora da igreja se levantar e transformar nossas provas e perseguições em caminho de vitória.

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