Confie no Provedor

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por Pr. Uagner Nantes

Mateus 15:32 a 39

Aquele foi um dia muito cansativo, Jesus e os seus discípulos ministraram a ponto de não poderem almoçar. Depois passaram pelo pé do Mar da Galileia para descansar, mas chegando lá, ao invés de descanso, eles viram a multidão. Jesus então parou para ministrar à multidão e fez seus discípulos se envolverem com ela e alimentarem-na.

O texto conta que Jesus moveu-se de compaixão justamente por causa da atitude daquele povo, por passarem por cima de suas necessidades para aprender mais Dele. E o mais poderoso de tudo isso é que até hoje é assim, sempre que nos preocupamos primeiro com as necessidades eternas, Deus supre as necessidades do nosso dia (Mateus 6:33).
Quando as nossas prioridades forem as prioridades de Deus, as prioridades de Deus serão as nossas necessidades.

O mesmo pão que representa suprimento físico é usado como símbolo pelo próprio Jesus para a representação de Seu corpo, assim também como o peixe simboliza as almas perdidas.
Quando Jesus convida Pedro a segui-lo, Ele lhe garante que faria dele “pescador de homens” (Mateus 4.19).
Por isso, creio que a ordem dada por Jesus em Lucas 9:13 aos seus discípulos, desde a primeira multiplicação, segue a mesma para os dias de hoje: “- Dai-lhes vós de comer”.

A pergunta que fica é: Será que temos entendido a ordem explícita de Jesus, que não mede esforços para nos saciar, de que devemos utilizar dos recursos que nos saciam para saciar o faminto?
Por que Deus nos alimenta? Para alimentar a outros. Por que Deus nos cura? Para curar a outros. Por que Deus nos ama? Para amar a outros. Por que Deus nos perdoa? Para que possamos perdoar a outros.
O evangelho de Cristo é um evangelho de reflexo. Fazemos porque apenas refletimos a imagem original.

Jesus, em sua oração modelo, mostra que as três primeiras petições são centradas em Deus, não em Si mesmo: “Santificado seja o Teu nome… venha o Teu reino… seja feita a Tua vontade”.
Os primeiros passos de Jesus em sua oração não foram saciar seu estômago, mas sim saciar a adoração que sobra no céu, mas que ainda falta na Terra. Quando oramos, DEUS supre o nosso espírito com verdades, e nos garante o suprimento físico para a sobrevivência.

Max Lucado diz: “Na escola da vida, Deus é ao mesmo tempo o professor e o cozinheiro. Ele provê fogo para o coração e comida para o estômago. Sua salvação eterna e sua refeição noturna vem ambas das mesmas mãos” (extraído do livro A Grande Casa de Deus).

Martinho Lutero define pão como “todo o necessário para a preservação da vida, incluindo alimento, saúde, casa, lar e família”.

Quem é mais preocupado com suas necessidades básicas que o seu Pai celestial? A mesma mão que guia a tua alma, também te providencia o alimento. Aquele que o reveste de bondade é o mesmo que te reveste de roupa.
Salmos 37. 3 e 4 nos diz que Deus está comprometido em cuidar das nossas necessidades.

Assuma nesse dia a responsabilidade de saciar a fome do necessitado, e ao mesmo tempo continue crendo que enquanto as prioridades de Deus forem as suas, as suas necessidades serão prioridades para Deus. 

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