Crucificação

Quem é a páscoa?

 

Êxodos 12: 41 á 43

Nesse texto temos o relato da última praga enviada sobre o Egito e uma das maiores figuras da redenção das Escrituras manifestas em um ritual detalhado e profundo que testemunhava não só o que aconteceria ali, mas o que aconteceria séculos depois á partir do sacrifício do cordeiro que satisfaria o principio da justiça.

Um cordeiro que seria sacrificado não apenas para a comemoração da saída da escravidão, mas como também conservação da vida, pois o sangue desse cordeiro decoraria os umbrais das portas e seria por sinal nas casas que deveriam ser evitadas pelo anjo da morte (casas que o anjo saltaria “pasach)”. Representando que os que são lavados pelo sangue do cordeiro relativizam a morte e não temem mais o seu poder. Quando as mãos de Deus estão sobre um povo, o mal salta sobre esse povo. Satanás não pode atingir os eleitos de Deus. Deus é o nosso Jeová Nissi, ou seja, ele é a nossa bandeira. Quando satanás nos avista de longe, a única coisa que ele enxerga é uma enorme bandeira que significa que somos propriedade exclusiva de Deus. E quando ele vê isso não há nada que ele possa fazer.
E Agora o povo que não era considerado na história agora poderia sair da terra de sua escravidão como um exército do Senhor. Talvez comece aí a páscoa, Porque assim como eles nós não estávamos sendo considerados no universo, as nossas palavras e a nossa vida não tinham nenhum significado porque todo significado da vida tinha ficado na mordida de um fruto proibido e na desobediência de duas pessoas que acreditaram assim como nós muitas vezes acreditamos que Deus não é suficiente. Tua maior tentação hoje não será algum pecado horrível, mas a desconfiança sorrateira e sutil que se arrasta no teu coração sussurrando: se deleitar em Cristo não é suficiente. Josemar Bessa. Aliás, a maior constatação da nossa depravação é que enquanto Deus tem nojo do pecado nós ainda temos nele um grande prazer. (mais…)

Devocional: Esperança

É uma das narrativas mais interessantes de toda a Escritura. Tão fascinante é a cena, de fato, que Lucas optou por gravá-la em detalhe.

Dois discípulos estão caminhando pela estrada de terra até a aldeia de Emaús. Suas preocupações falar de Jesus crucificado. Suas palavras vêm lentamente, marchando em cadência com o ritmo fúnebre, como dos seus pés.

“Eu mal posso acreditar. Ele se foi. ”
“O que fazemos agora?”
“A culpa é de Pedro, ele não deveria ter …”

Só então um estranho vem por trás e diz: “Me desculpe, mas eu não pude deixar de ouvi-los. Sobre quem vocês estão falando? ”

Eles param e olham. Outro viajante faz o seu caminho junto com eles, os três andam em silêncio. (mais…)

Perto da cruz, mas longe de Cristo

Extraído do livro: Com razón lo llaman El Salvador (pág.109 a 111).
Autor: Max Lucado
Transcrito por: Uagner Nantes

Havia alguns jogadores de dados que estavam aos pés da cruz. Imagine esta cena. Os soldados estão sentados em um círculo, os olhos, atentos a baixo. O criminoso, sobre eles é esquecido. Jogam por algumas vestes usadas, a túnica, e o manto, as sandálias, tudo isso para apropriar-se. Cada soldado lança sua sorte na dura terra, esperando aumentar seu guarda-roupa, a custas de um carpinteiro morto.
Pergunto-me, quem poderia ter visto essa cena com Jesus? Que pensava ele enquanto olhava para baixo, para seus ensangüentados pés em um círculo de jogadores? Que emoções sentia? Deve ter se surpreendido. Aqui estão os soldados comuns, contemplando o evento mais extraordinário do mundo e eles não sabem.

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Da dor ao milagre

Vencer não é apenas se dar bem na vida financeira, profissional, ou emocional, vencer, consiste em cumprir o projeto de Deus. Vencer é saber que vamos morrer e sentir o gosto de dever cumprido, de realização de uma existência que pôde cumprir seu propósito do seu criador. Entender essa vontade é a base do sucesso das nossas vidas. Essa vontade pode doer e machucar no momento, mas nos levara ao plano excelente de Deus para nossas vidas.

Em João 21:1-11, notamos um momento de frustração e de desanimo, que é expressado através de uma vontade e um desejo de voltar aos velhos costumes, e essa é a atitude que costumeiramente temos, sempre que não conseguimos atingir nossos alvos, buscamos um culpado, e olhamos para velhos hábitos e velhos costumes, e muitas vezes até nos acostumamos com as más situações, porque inclusive elas com o passar do tempo nos dão conforto, pois nos habituamos, e temos medo de mudar, pois sabemos que as (mais…)