Moisés

Quem é a páscoa?

 

Êxodos 12: 41 á 43

Nesse texto temos o relato da última praga enviada sobre o Egito e uma das maiores figuras da redenção das Escrituras manifestas em um ritual detalhado e profundo que testemunhava não só o que aconteceria ali, mas o que aconteceria séculos depois á partir do sacrifício do cordeiro que satisfaria o principio da justiça.

Um cordeiro que seria sacrificado não apenas para a comemoração da saída da escravidão, mas como também conservação da vida, pois o sangue desse cordeiro decoraria os umbrais das portas e seria por sinal nas casas que deveriam ser evitadas pelo anjo da morte (casas que o anjo saltaria “pasach)”. Representando que os que são lavados pelo sangue do cordeiro relativizam a morte e não temem mais o seu poder. Quando as mãos de Deus estão sobre um povo, o mal salta sobre esse povo. Satanás não pode atingir os eleitos de Deus. Deus é o nosso Jeová Nissi, ou seja, ele é a nossa bandeira. Quando satanás nos avista de longe, a única coisa que ele enxerga é uma enorme bandeira que significa que somos propriedade exclusiva de Deus. E quando ele vê isso não há nada que ele possa fazer.
E Agora o povo que não era considerado na história agora poderia sair da terra de sua escravidão como um exército do Senhor. Talvez comece aí a páscoa, Porque assim como eles nós não estávamos sendo considerados no universo, as nossas palavras e a nossa vida não tinham nenhum significado porque todo significado da vida tinha ficado na mordida de um fruto proibido e na desobediência de duas pessoas que acreditaram assim como nós muitas vezes acreditamos que Deus não é suficiente. Tua maior tentação hoje não será algum pecado horrível, mas a desconfiança sorrateira e sutil que se arrasta no teu coração sussurrando: se deleitar em Cristo não é suficiente. Josemar Bessa. Aliás, a maior constatação da nossa depravação é que enquanto Deus tem nojo do pecado nós ainda temos nele um grande prazer. (mais…)

Um encontro com a gloria – Pr. Uagner Nantes

 

2 Coríntios 3:18

Observe que o texto esta dizendo sobre as duas alianças e o poder transformador dessa aliança da graça.

O apostolo não estava desmerecendo a antiga aliança o que ele tratava de ressaltar eram duas coisas. Primeiro que na antiga aliança todo mundo acreditava que poderia cumprir todas as leis de Deus, o que não foi verdade. Quanto na nova aliança, estava sendo gerada uma nova consciência de que o único capaz de cumprir as leis nos tirando a sentença que carrega aquele que não cumpria a lei foi Cristo.

Então por conta disso Paulo tenta mostrar em sua 2ª carta aos Coríntios que se já era bom viver na antiga aliança quanto mais seria bom viver sobre o governo de uma aliança que nos liberte da condenação.

Era justamente por isso que havia o véu. O véu era uma forma de Deus dizer ao seu povo que estávamos separados pela condenação por conta de que jamais seriamos capazes de cumprir suas leis e de sermos dignos de alcançá-lo.

Então porque Deus deu leis que ele sabia que não iríamos cumprir?

Na tentativa de fazer o homem pecador voltar o seu coração pra ele e render-se a total incapacidade de viver uma vida justa por si.

Moisés colocou véu sobre o seu rosto porque o brilho que ele ostentava começou a desaparecer, e isto aconteceu porque ele não estava mais exposto à glória do Senhor, logo, a luz correspondente começou a desaparecer.

Paulo diz que conosco é diferente, estamos sempre expostos à glória, ou só não estará exposto quem não o quiser, ou cada um de nós é chamado a essa contemplação que nos levará a um “resplandecimento” constante.

A exposição à glória do Senhor não é passiva, uma vez que é uma contemplação tipo mirar-se no espelho.

A gente se mira no espelho para se ver e se acertar, então, a gente contempla a glória do Senhor para se conhecer à luz dessa glória, “na tua luz vemos a luz” (Sl 36.9), e, também, para se acertar, isto é, para se deixar corrigir a partir dessa glória.

Era isso que estava acontecendo no dia de pentecostes. O selo de Deus estava sendo depositado naqueles que se renderam pro conta de sua incapacidade. O Messias havia estado na Terra e consumado sua obra. O tempo de colheita chegara. Nascia a Igreja. Cerca de 1.500 anos antes o povo que saiu do Egito recebeu a Lei, escrita pelo próprio Deus em pedra, talvez uma alusão por conta do coração de pedra das pessoas. Agora, algo semelhante acontecia.

Ao invés de tábuas de pedra, tábuas de carne. Ao invés do dedo de Deus escrevendo, o Espírito de Deus era derramado escrevendo as leis vivas do Deus vivo dentro dos corações.

Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. 1 Pedro 2:5

O papel primordial do derramar de Deus na vida de uma pessoa é de transformá-la a sua gloria, ou seja, um espelho que reflita a sua imagem para os outros.

Por isso que Malaquias 3:3 diz sobre o trabalho de Deus de purificar-nos como o ouro para que assim como o ouro reflitamos a imagem do ourives.

O Espírito Santo faz isso, transformando-nos à semelhança dessa glória. Logo, a glória do Senhor é uma pessoa, porque, uma vez que somos pessoas, só podemos ser transformados à imagem doutra pessoa.

Estamos falando da glória do Senhor e não o Senhor da glória, pois o Senhor da glória ninguém vê (Ex 33.19,20). A glória do Senhor é a sua bondade e há um lugar onde a bondade do Senhor se manifestou plenamente que foi em Cristo Jesus (João 1.14).

Jesus de Nazaré é a glória do Senhor entre nós. De fato, Jesus de Nazaré, o Cristo, é o próprio Senhor da glória (Mateus 1.23) que se fez glória do Senhor por amor. É a manifestação, em carne e osso de toda a sua bondade entre nós (Ex33.19).

E onde a gente contempla essa glória? Bem, primeiramente, nas Escrituras, isso se a gente lê a Bíblia para ver e entender Jesus Cristo; em segundo lugar, nos irmãos – devemos aprender a surpreender Cristo na vida de nossos irmãos, em suas palavras e ações, o que significa o exercício de prestar atenção nas coisas positivas que fazem os nossos irmãos; em terceiro lugar, não aceitando ser menos do que a Graça Ed Deus pode nos fazer ser, ou seja, não aceitando ser menos gente do que Jesus. Assim a gente invoca a glória do Senhor para diante de nós o tempo todo. Então fazendo uma paráfrase do verso 18: “E todos nós, de rosto desvendado, contemplando a Jesus de Nazaré, na sua maneira de ser e de viver, como quem se olha ao espelho para se arrumar, somos transformados de glória em glória, em gente cada vez mais parecida com Ele; o Senhor, o Espírito, é quem opera essa transformação.” Isso é adoração. Adoração é contemplação ativa, porque é acompanhada de desejo, pois o olhar-se no espelho para se arrumar, ou melhor, para se deixar ser arrumado, traz consigo o desejo de acerto e de correção. Esse desejo é o de se assemelhar a Jesus. À medida que essa imitação e transformação acontecem, a conseqüente resplandecência da gloria de Deus é notada por todos.

 

Entre no cesto- Pr. Uagner Nantes

Êxodo 4: 11 e 12

Todas as vezes que eu leio a historia de Moisés eu fico surpreendido da forma como Deus o levou a extremos.

Primeiro nasceu numa época ruim, porque Faraó entende que os hebreus estavam crescendo demais e logo poderiam se revoltar com sua escravidão e tomar o controle facilmente. Então ele manda matar os meninos que nascessem a partir de seu decreto.

Em uma atitude ousada e sabia a mãe de Moises lhe constrói um cesto bem protegido, e o coloca nas águas do rio.

Talvez sem perceber ela fazia referencia a imensa capacidade que Deus tem de nos envolver e nos tirar das piores situações.

Tal qual era a arca para o dilúvio, o cesto para o bebê fugitivo, o 4º homem na fornalha ou a ausência de fome dos leões na cova, é a cruz para os que nela se refugiam.

O amor de Deus nos constrange primeiro pela capacidade de nos amar sem méritos nossos, e segundo porque nos envolve de tal forma e nos protege nos tirando das maiores e piores frias que possamos nos envolver.

A correnteza curiosamente o leva até o jardim do palácio, fazendo com que ele passasse por todas as adversidades do rio e nada o tocasse.

Moisés então é adotado pela princesa, mas, como sua irmã era funcionária do palácio sugere que contratasse alguém experiente para cuidar da criança, então a princesa contrata a mãe de Moisés para cuidar e zelar pela vida e pelo chamado de seu filho.

Moises cresce e seu chamado se torna mais forte que sua cultura egípcia e mata um soldado porque estava agredindo um hebreu. Um dos hebreus que viu a cena se torna uma ameaça para Moisés então ele foge.

Depois de 40 anos como pastor Moisés que já tinha passado 40 anos no Egito recebendo elevada cultura, e agora após 40 anos de vida no campo estava preparado para ser guia, pastor, profeta e legislador do seu povo

Deus esta chamando Moises novamente para entrar no cesto que é o centro de sua vontade. (mais…)

Devocional: Esperança

É uma das narrativas mais interessantes de toda a Escritura. Tão fascinante é a cena, de fato, que Lucas optou por gravá-la em detalhe.

Dois discípulos estão caminhando pela estrada de terra até a aldeia de Emaús. Suas preocupações falar de Jesus crucificado. Suas palavras vêm lentamente, marchando em cadência com o ritmo fúnebre, como dos seus pés.

“Eu mal posso acreditar. Ele se foi. ”
“O que fazemos agora?”
“A culpa é de Pedro, ele não deveria ter …”

Só então um estranho vem por trás e diz: “Me desculpe, mas eu não pude deixar de ouvi-los. Sobre quem vocês estão falando? ”

Eles param e olham. Outro viajante faz o seu caminho junto com eles, os três andam em silêncio. (mais…)

Sobre vós não haverá maldição

Êxodo 12: 1 a 14
O tempo era de intensa opressão. O povo de Deus sofria há anos com uma escravidão que parecia não ter fim. As pessoas, principalmente os homens, morriam antes dos 40 anos, isso por causa dos trabalhos escravos sob um sol intenso e principalmente porque a morte era um desejo de todos os escravos já que era o único meio de possuir liberdade.
Uma das coisas que mais me chamaram atenção nesse texto foi o fato de Deus instituir aquele mês como o principal dos meses. O primeiro mês do ano para um povo que começava a conhecer o seu Deus.
Vemos nesse texto a intervenção direta de Deus em favor de seu povo. Passaram 9 pragas que trouxeram muitos transtornos e muito medo ao povo, porém Faraó se mantinha na mesma posição. A morte dos primogênitos tinha como objetivo mostrar a impotência das “divindades” que teriam que proteger os egípcios e de mostrar a Faraó sua total impotência. (mais…)

Participantes ou Expectadores?

Êxodo 17 : 2 a 7

Moisés cumpre parte de sua missão, e tira o povo de Israel do Egito. O mais interessante, é ver como satanás tentou afundar o ministério de Moisés desde seu nascimento influenciando a Faraó a provocar um genocídio. Logo depois de crescido e treinado para ser ele mesmo um candidato a Faraó, arma uma situação onde a única solução para Moisés foi fugir para o deserto, onde ficou por 40 anos.

Satanás tinha por certo que havia destruído o ministério de Moisés porém o que ele fez foi contribuir para o treinamento de Moisés em um deserto que ele teria que suportar com o povo de Israel. O deserto é um lugar de treinamento, onde somos preparados para levar pessoas a realizarem os sonhos de Deus; e também é o (mais…)

Igreja que Conquista

Igreja que ConquistaJosué 1:1 a 9
Moisés foi um homem poderoso em Deus, sinais e prodígios o acompanhavam, porém Deus deu a conquista a Josué
5 Passos para a conquista

1º – Josué era um homem submisso a autoridade.
Romanos 13:1, 2
1 – “Quando Josué era idoso, e avançado em dias, disse-lhe o Senhor: Já estás velho, e entrando em dias, e ainda muitíssima terra ficou para se possuir.
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